Consumação mínima de R$ 4 mil em barraca de Trancoso gera revolta

Por Redação / VIA41
19/01/2026 - 00:52

A polêmica envolvendo a cobrança de consumação mínima de até R$ 4 mil em uma barraca de praia em Trancoso levanta um debate necessário sobre os limites entre exclusividade e abuso. A praia é um bem público, garantido por lei a todos, independentemente do poder aquisitivo. Quando valores elevados passam a funcionar como filtro social, o que se vende não é apenas conforto, mas a exclusão.

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Trancoso pode — e deve — conviver com o turismo de alto padrão, mas sem transformar o acesso ao litoral em privilégio. Luxo é opção; impedir, ainda que de forma velada, o direito de ir e vir é outra história.

 

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