Para quem tem tamanho político, a suplência parece prêmio de consolação

Por Redação / VIA41
18/05/2026 - 09:25


 

A possível ida de Ronaldo Carletto para a suplência de Rui Costa parece ter transformado um dos políticos mais influentes do extremo sul em uma espécie de “reserva de luxo” da chapa governista. Depois de anos acumulando força política, prefeitos aliados e protagonismo regional, o prêmio oferecido nos bastidores soa mais como um banco de espera do que como reconhecimento pelo tamanho que Carletto sempre vendeu possuir dentro da política baiana.

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Nos corredores da política, muita gente se pergunta se o ex-deputado realmente aceitará trocar o discurso de liderança forte por uma vaga condicionada à saída futura de Rui Costa para um possível ministério em Brasília. Na prática, a narrativa lembra aquele velho enredo político do “fica tranquilo que depois melhora”, uma promessa confortável no papel, mas cercada de incertezas na vida real.

Enquanto isso, aliados tentam vender a suplência como estratégia inteligente, embora muitos enxerguem o movimento como um claro recado sobre o espaço que realmente sobra para Carletto dentro do grupo governista. Afinal, para quem sempre gostou de ocupar o centro do palco, assumir o papel de suplente pode acabar parecendo mais um teste de paciência do que propriamente um avanço político.
 

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